Pequena parcela

Que eu continue a acreditar no outro mesmo sabendo de alguns valores tão estranhos que permeiam o mundo!

Que eu continue otimista... mesmo sabendo que o futuro que nos espera nem sempre é tão alegre!

Que eu continue com a vontade de viver mesmo sabendo que a vida é em muitos momentos, uma lição difícil  de ser aprendida!

Que eu permaneça com a vontade de ter grandes amigos, mesmo sabendo que com as voltas do mundo, eles vão indo embora de nossas vidas!

Que eu realimente sempre a vontade de ajudar as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, sentir, entender ou utilizar esta ajuda!

Que eu mantenha meu equilíbrio, mesmo sabendo que os desafios são inúmeros ao longo do caminho!

Que eu sustente  a luz e o brilho no olhar, mesmo sabendo que muitas coisas que vejo no mundo, escurecem meus olhos!

Que eu retroalimente minha garra, mesmo sabendo que a derrota e a perda são ingredientes tão fortes quanto o Sucesso e a Alegria!

Que eu atenda sempre mais a minha intuição, que sinaliza o que de mais autêntico possuo!

Que eu pratique sempre mais o sentimento de justiça, mesmo em meio à turbulência dos interesses!

Que eu não perca o meu forte abraço e o distribua sempre; que eu perpetue a Beleza e o Brilho de ver, mesmo sabendo que as lágrimas também brotam dos meus olhos!

E que eu manifeste o amor por minha família, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exige muito para manter sua harmonia!

Que eu acalente  a vontade de ser grande, mesmo sabendo que minha parcela de contribuição no mundo é pequena!

E, acima de tudo...

Que eu lembre sempre que todos nós fazemos parte desta maravilhosa teia chamada Vida, criada por Alguém bem superior a todos nós!

E que as grandes mudanças não ocorrem por grandes feitos de alguns e, sim, nas pequenas parcelas cotidianas de todos nós!

 

Chico Xavier

 

 

Daqui a alguns anos você estará mais arrependido pelas coisas que não fez do que pelas que fez. Então solte as amarras. Afaste-se do porto seguro. Agarre o vento em suas velas.

Explore. Sonhe.

Descubra.

(autor desconhecido)


Tem mais atualizações no item ESTUDO DA DOUTRINA ESPIRITA 

 

“Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.”  - Allan Kardec

Que a paz visite o coração de todos nós!

 

 

Este blog desde o seu inicio tem sido uma ode à paz, ao contribuir modestamente com o autoconhecimento do leitor, através das luzes do conhecimento espírita que liberta.

Só o conhecimento liberta, e só homens livres sentem-se em condições de pensar em paz, de promover a paz em seu coração, assim, espargindo luzes e bênçãos a todos quantos precisem.

Quando falo em liberdade, estou me referindo à liberdade proporcionada por uma mente liberta de seus preconceitos, dogmas, egoísmo, vaidade e orgulho. De uma mente que vê no semelhante um igual, por mais visionário que pareça ser este conceito em uma sociedade que nos divide em homens de bem (quem são mesmo estes seres?) bandidos, favelados, classe média, ricos, todos estagnados em seus postos rígidos, sem conseguir olhar o outro como semelhante.

Sei que sou solitária no que penso e tampouco criticarei os contrários, porque estaria sendo incoerente com meus ideais de paz.

Não gosto de nenhum tipo de preconceito, nem o preconceito ao contrário, pois temos que aprender a conviver com nossas diferenças, palavras gastas inutilmente, já que muito usadas e pouco colocadas na prática.

Na casa espírita onde trabalho, sempre que temos a tarefa de preces e irradiações, se faz um pedido pela paz no mundo.

Assim, gostaria de pedir a cada leitor deste blog, que hoje, no silencio da alma, faça uma prece sincera em favor da paz.

E para completar, deixo esta poesia que não traz respostas, mas talvez todas as perguntas que a gente se faz todos os dias.

 

continua logo abaixo:

Se há tanta paz...

continua

 

Se há tanta paz no azul que o céu abriga,

E há tanto azul que tanto bem nos faz,

Se há tanto azul e há tanto céu, me diga

Por que é que o homem não encontra a paz? 

 

 

 

Se há tanta paz no verde-mar da onda

Que faz-se verde e em branco se desfaz,

Se há tanta onda pelo mar, responda:

Por que é que o homem não encontra a paz?

 

 

Se há tanta paz no olor das multicores

Flores:  orquídeas, rosas, manacás...

Se há tanta paz em cada flor e há tantas flores

Por que é que o homem não encontra a paz?

 

 

Se há tanta paz nos cânticos suaves

Que entoam na alvorada os sabiás,

Se há paz num canto de ave e há tantas aves,

Por que é que o homem não encontra a paz?

 

 

Se há tanta paz na brisa que desliza

Sobre as folhagens, tímida e fugaz;

Se há tanta paz na brisa e há tanta brisa,

Por que é que o homem não encontra a paz?

 

 

Se há tanta paz nas expressões tão mansas

Que ao vir ao mundo uma criança traz,

E cada dia existem mais crianças,

Por que é que o homem não encontra a paz?

 

 

Se há tanta paz nos corações com fé

Que atrai o bem e afasta as coisas más,

Então oremos juntos, todos de pé,

Para que o homem encontre um dia a paz!

 

LUNA FERNANDES

 

http://www.casadocaminho.com

Quem dobrou teu pára-quedas hoje?

Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil. Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita. Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão. Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
- Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?
- Sim, como sabe? Perguntou Plumb.
- Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
- Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.
Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse bom dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia. Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia:
- Quem dobrou teu pára-quedas hoje?
Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual. Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido. Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável. Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples. Só um telefonema, um sorriso, um agradecimento, um "gosto de você", um "te amo".

http://www.dvseditora.com.br/bymail.asp?bynum=178

 

Amanhã, 01.11.2007 é dia de blogagem coletiva em favor da Paz. Estarei participando, quem desejar participar também, favor confirmar presença no blog do Lino: http://www.linoresende.com.br/blog/paz-na-terra

C A R G A S

Se for verdade que a cada dia basta sua carga, por que então teimamos em carregar para o dia seguinte nossas mágoas e dores?
Há ainda os que carregam para a semana seguinte, o mês seguinte e anos afora...
Apegamos-nos ao sofrimento e ao ressentimento.
Como nos apegamos a essas coisinhas que guardamos nas nossas gavetas, sabendo inúteis, mas sem coragem para jogar fora, vivemos com o lixo da existência, quando tudo seria mais claro e límpido com o coração renovado.
As marcas e cicatrizes ficam para nos lembrar da vida, do que fomos, do que fizemos e do que devemos evitar.
Não inventaram ainda uma cirurgia plástica da alma, onde podem tirar todas as nossas vivências e nos deixar como novos.
Ainda bem... Não devemos nos esquecer do nosso passado, de onde viemos, do que fizemos, dos caminhos que percorremos.
Não podemos nos esquecer de nossas vitórias, nossas quedas e nossas lutas.
Menos ainda das pessoas que encontramos, essas que direcionaram nossas vidas, muitas vezes sem saber.
O que não podemos é carregar dia-a-dia, com teimosia, o ódio, o rancor, as mágoas, o sentimento de derrota e o ressentimento.
Acredite ou não, mas perdoar a quem nos feriu dói mais na pessoa do que o ódio que podemos sentir durante toda uma vida.
As mágoas envelhecidas transparecem no nosso rosto e nos nossos atos e moldam nossa existência.
Precisamos, com muita coragem e ousadia, abrir a gaveta do nosso coração e dizer:
- Eu não preciso mais disso, isso aqui não me traz nenhum benefício.
E quando só ficarem a lembrança das alegrias, do bem que nos fizeram, das rosas secas, mas carregadas de amor, mais espaço haverá para novas experiências, novos encontros.
Seremos mais leves, mais fáceis de ser carregados, mesmo por aqueles que já nos amam.
Não é a expressão do rosto que mostra o que vai no coração?
De coração aberto e limpo nos tornamos mais bonitos e atraentes e as coisas boas começam a acontecer.
Luz atrai, beleza atrai.
Sua vida merece que, a cada dia, você dê uma chance para que ela seja plena e feliz.

http://www.mensageirodeluz.sunrise.com.br/index.php?id=3983

Blogagem coletiva

Estarei participando, se você desejar participar também, confirme sua participação em um dos 3 blogs e pegue o selinho da blogagem.

Blog do Ronald - http://blogdoronald.blogspot.com
Hippos - http://hippopotamo.blogspot.com
Luz de Luma - http://luzdeluma.blogspot.com/

Conheca a historia de Ana Virginia visitando seu site:

http://www.anavirginiasardinha.com.br e assinando a Peticão.

Relações Destrutivas

No início da década de 60, alguns cientists realizaram experiências com animais para tentar determinar algo a respeito do instinto de defesa e fuga nos seres humanos. Em uma das experiências, eles eletrificaram a metade direita de uma grande jaula, de modo que um cão preso nela recebesse um choque cada vez que ali pisasse. O cão aprendeu rapidamente a permanecer no lado esquerdo da jaula.

Em seguida, a mesma instalação foi passada para o lado esquerdo da jaula e o cão logo reorientou, aprendendo a ficar do lado sem choques. A partir disso, os cientistas prepararam todo o chão, de modo que, onde quer que o cão estivesse, ele acabaria levando um choque. Inicialmente o animal demonstrou estar confuso e depois entrou em pânico. Finalmente, desistiu e se deitou, aceitando os choques. Depois, a jaula foi aberta. Esperava-se que o cão saísse correndo, mas ele não saiu. Embora pudesse abandonar a jaula quando bem entendesse, ele ficou ali recebendo os choques.

O que quero mostrar através desta experiência é que nós, seres humanos, agimos assim com muita freqüência. Nos permitimos levar choques, entramos ou permanecemos em situações destrutivas, castradoras, acumulando mágoas e traumas até um ponto que não sabemos mais diferenciar o que faz bem do que não faz. Nos adaptamos as mais diferentes formas de violência, seja física ou emocional. Porém, não podemos permanecer neste estado, perdendo nosso poder de defesa e de luta, deixando de buscar o que acreditamos e valorizamos.

Entramos em relações destrutivas na ânsia de compensar perdas e rejeições anteriores. Sem discernimento, nos deixamos envolver nestas situações porque a princípio parecem nos fazer felizes ou assim queremos acreditar, e não resistimos. Nos deixamos seduzir, mesmo quando algo nos diz para dizer não, talvez muito mais por uma ilusão, idealização ou carência, do que pela própria realidade. Quando realmente conseguimos perceber, já estamos envolvidos com pessoas e situações que nos machucam e nos impedem de crescermos.

Em função da própria carência ou em decorrência da busca de uma vida feliz, há pessoas que se tornam vulneráveis e se deixam envolver com certa facilidade. Se algo ou alguém nos dá a impressão que irá preencher um vazio, nos agarramos sem questionar. Em virtude do cansaço de tanto nos defendermos ou da perda das defesas psicológicas, acabamos por ceder.

Dependentes emocionais

Seja em relacionamentos infelizes, tanto na vida afetiva, quanto em situações de exploração ou no trabalho não-reconhecido, é muito difícil libertar-se da dependência depois que a deixamos instalar. Não é fácil perceber e aceitar que muitas vezes nos tornamos acomodados e dependentes do que nos faz mal. Importante: não falo aqui da dependência financeira, mas principalmente da emocional.

Quando permitimos ser privados de nossa saúde mental e de nossos próprios instintos, não é fácil o caminho de retorno, como o cão que não mais percebe que a porta da jaula eletrificada está aberta. Isto por que a tomada de consciência da dependência é um processo psicológico dolorido, como se o conhecimento das causas doesse mais que o sofrimento.

Quando desvalorizam tudo o que fazemos ou criamos, seja o que for, é como se jogassem no lixo nosso 'eu' mais verdadeiro. Neste caso, a pessoa cai num tipo de indiferença consigo mesma, porque perdeu o auto-respeito, a confiança e a capacidade de se amar, como se passasse a se punir por ter permitido que o outro rompesse suas barreiras mais caras e ultrapasse os limites da sua individualidade.

Nos perdemos não só porque os outros não respeitam nossos limites, vontades e desejos, mas principalmente porque nós próprios não os respeitamos. Mesmo machucados, dilacerados em nossos sentimentos mais íntimos, insistimos em manter a situação. Abaixamos nossa cabeça, calamos nossas vozes, fechamos nossos olhos e acreditamos estar vivendo. Viver?... Como viver sem alegria, sem crescimento, sem transformação, afastados de tudo o que nos é importante?

Escolhas destrutivas podem levar ao crescimento

Quando alguém é conduzido pelos valores dos outros por muito tempo, fecha-se num mundo sem cor, deixa-se aniquilar, anular, morrer internamente. As escolhas destrutivas machucam, nos fazem sentir no fundo do poço, mas também podem nos fazer aprender e crescer, desde que estejamos prontos a reconhecer os erros e a reagir.

Isto ocorre quando não mais conseguimos suportar e ao olharmos à nossa volta, questionamos o que fizemos com nossa vida. Que direito temos de nos destruir ou permitir que o outro o faça? Se a pessoa percebe isso, reúne forças para recolher os pedaços que sobraram, cuidar dos ferimentos e recomeçar a vida. Ela entende que ainda que um episódio represente um desastre, há outros episódios à sua espera, outras oportunidades de acertar, outros caminhos a tomar, apesar do medo que fica como seqüela.

Self S.O.S

Nosso eu interior, o self, insiste sempre para que nos salvemos, mesmo quando nos escondemos na perda da vontade de viver. Ainda que por sonhos ou mensagens, ele faz com que nos conscientizemos de nosso valor, para que possamos resgatar a nós próprios. À medida que recuperamos nossos instintos, o self, nossa própria vida, poderemos falar a nossa própria fala, ouvir a nossa própria voz, enxergar com nossos próprios olhos, sem nos deixar cair em armadilhas, ilusões e sofrimentos, mas acreditar que somos capazes de reconstruir e retomar o próprio caminho, abrindo as portas com nossas próprias chaves, para que ninguém nos deixe do lado de fora e nem trancado do lado de dentro.

Quantas vezes você não pediu para abrirem a porta para que você entrasse, mesmo sabendo que seria maltratado? Mas mesmo assim você entrou, talvez por ser a única porta que se abria... Ou quantas vezes você não permaneceu no mesmo lugar que era maltratado, mesmo com as portas abertas?... E lá ficou, mesmo sabendo que este não seria o seu lugar.

 

Afinal, qual é mesmo o seu lugar?...

 

Rosemeire Zago

 

http://www.mensagensespirituais.kit.net/index_arquivos/artigos.htm

 

Quem desejar aprofundar os estudos da doutrina, ali nos itens categorias, o item ESTUDO DA DOUTRINA ESPIRITA   foi atualizado hoje, tem ótimos temas para estudos.

Apostilas do Estudo Teórico-Prático da Doutrina Espírita

continuação
 

 

Unidade 32 - Das leis Morais - Da Lei de Sociedade e da Lei do Progresso

Unidade 33 - Das Leis Morais - Da lei de Igualdade
Unidade 34 - Das leis Morais - Da Lei de Justiça, Amor e Caridade
Unidade 35 - Das Leis Morais - Da Perfeição Moral
Unidade 36 - Mediunidade: Da Ação dos Espíritos sobre a Matéria
Unidade 37 - Mediunidade: Comunicação e Classificação
Unidade 38 - Dos Médiuns e das Manifestações Visuais
Unidade 39 - Desenvolvimento Mediúnico: Processo e Fundamentos
Unidade 40 - Desenvolvimento Mediúnico: Riscos, Abusos
Unidade 41 - Desenvolvimento Mediúnico

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Unidade 42 - Obsessão: Conceitos

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Unidade 43 - Das Obsessões: Meios de combatê-la; Trabalhos de Desobsessão Download
Unidade 44 - Das Evocações Download
Unidade 45 - Leis das Comunicações Espíritas  Download
Unidade 46 - O Mundo Espiritual: Do Laboratório do Mundo Invisível. Vestuário dos Espíritos Download
Unidade 47 - O Mundo Espiritual. Princípio Vital. Vida e morte. Atendimento aos suicídas Download
Unidade 48 - Mecanismo da Mediunidade. O Perispírito e sua Natureza. Download
Unidade 49 - Mecanismos da Mediunidade: Incorporação Mediúnica Download
Unidade 50 - A Epífise e os Centros de Energia Vital Download
Unidade 51 - Animismo e Fenômeno Espírita  Download
Unidade 52 - Educação e Função dos Médiuns Download
Unidade 53 - Os trabalhos Práticos Download
Unidade 54 - Irradiação: Bases do Fenômeno  Download

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